domingo, 16 de outubro de 2011

Mais ideias para os caderninhos...


Hoje procurei tantos modelinhos de coisinhas legais para alegrar as crianças e os pais delas não encontrei resolvi criei estes....Comente se gostaram...Tô só observando uma coisa as vezes deixam comentários para mim mas não consigo ver o perfil daquele blog para agradecer é normal?

Mensagem para colocar no caderninho dos pequenos...




Olha os desenhos que achei na net para colorcarmos nos caderninhos de recados..Não é fofo?

Mensagem para as crianças

Borda para mensagens

Mensagem das crianças

Hora do Pátio


 Duas vezes por semana, deixe as crianças brincar livremente no pátio, criando suas próprias brincadeiras e se divertindo sob a supervisão de um adulto. 

 Uma vez por semana, peça que as crianças tragam brinquedos de casa. Deixe-as brincar livremente, sozinhas ou em grupo, e também participe das brincadeiras quando solicitado. 

 Duas vezes por semana, faça um recreio dirigido, com as professoras e monitoras sugerindo atividades, sempre visando o desenvolvimento da criança e melhorando a sua sociabilidade. Proponha várias brincadeiras, como corre cutia, a galinha do vizinho, elefante colorido, brincadeiras de roda, eu sou pobre, pobre de marré, marré, marré, estátua, circuito nos brinquedos do pátio, entre outras. 

 Antes da saída para o recreio, em qualquer um dos casos acima, estabeleça algumas regras numa roda de conversa com o grupo. Por exemplo:
- Não empurrem os amigos
- Não briguem
- Não gritem com os amigos
- Tomem cuidado para não machucar os colegas
- Aguardem a sua vez de subir nos brinquedos
- Não excluam coleguinhas das brincadeiras
- Brinquem todos juntos ou respeite quando o amigo quiser brincar sozinho

 Nessas rodas, estimule os alunos a respeitar e a ser respeitado e oriente-os, quando surgirem conflitos, a resolver a situação conversando com o colega.

 Quando as crianças não conseguirem resolver o conflito, oriente-as a chamar a professora ou outro adulto para que ele ajude a esclarecer o conflito e resolvê-lo.
Ao conversar com os alunos: 
 Reforce por que é importante respeitar as regras para evitar brigas e discussões. 
 Enfatize a importância de todos serem amigos e que, às vezes, é necessário ceder a sua vez para o colega brincar, exercendo assim a solidariedade. 
 Explique também que a violência é prejudicial e estimule o aluno a falar o que sente verbalmente ao colega antes de agredi-lo fisicamente. 
 Reforce esses conceitos de respeito e cidadania não apenas nas rodas de conversa, mas no dia a dia, na rotina escolar e por meio de brincadeiras com bonecos, fantoches etc.

Fonte:http://pedagogiadaeducacaobasica.blogspot.com

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Pegadas no Maternal



Adorei fazer essa atividade com as crianças elas simplesmente amaram...além de trabalhar sensações,o tato,etc...
Sugestão do http://clccphd.blogspot.com

Brincadeiras...


Faça você também...

Esconde-Esconde

Cadê o ursinho? Ele sumiu, mas não é para sempre.
IDADE: A partir de 6 meses.
O QUE DESENVOLVE: Noção de que as pessoas e os objetos continuam existindo mesmo quando saem do campo de visão.
COMO BRINCAR: Se esconda atrás de uma porta ou de algum objeto grande e chame o bebê, fazendo com que ele procure você. Apareça novamente. Cubra a sua cabeça com um pano e chame a criança pelo nome. Depois de alguns segundos, retire o pano. Esconda um objeto que o bebê goste, como um ursinho, e pergunte: “Cadê o ursinho? Onde ele está?” Incentive a criança a procurá-lo. Depois, mostre o objeto. Essa atividade ajuda a criança a compreender a ausência dos pais quando eles saem, por exemplo, para trabalhar.
Encaixes
Uma caixa dentro da outra e o bebê aprende o que é grande, pequeno, leve e pesado.
IDADE :A partir de 6 meses.
O QUE DESENVOLVE: Noção de tamanho e de peso.BRINQUEDO: Caixas de papelão e potes plásticos de vários tamanhos e formatos. _ COMO BRINCAR : Coloque um pote dentro do outro, mostrando que o menor cabe dentro do maior. Vire os potinhos de ponta-cabeça e coloque um sobre o outro até formar uma torre. Deixe a criança brincar à vontade com os potes e colocar as mãozinhas dentro deles. Quando ela pegar um pote sozinha ou dois deles (um dentro do outro), vai perceber a diferença de peso. Você pode fazer: Monte cubos de diferentes tamanhos com caixas de leite. Recorte o papelão e emende as laterais com fita crepe. Depois, pinte
Cores
Blocos de espuma azuis e vermelhos... Um em cima do outro e, de repente, todos no chão! 
IDADE: A partir de 3 meses.
O QUE DESENVOLVE :
Coordenação motora e a visão, que começa a ficar mais nítida a partir do terceiro mês.BRINQUEDO :Blocos coloridos de espuma.
COMO BRINCAR: 
Movimente os blocos, coloque uns sobre os outros. Deixe a criança segurá-los e derrubá-los.ESTE VOCÊ FAZ: Corte o fundo de duas garrafas PET transparentes e coloque papel crepom picado, de diferentes cores e tamanhos, dentro desses recipientes. Junte um ao outro com fita adesiva. Também é possível usar água, óleo e purpurina. Utilize vasilhames de diferentes tamanhos para que o bebê perceba que sua mão envolve o objeto de várias maneiras.
Sugestão do site:http://clccphd.blogspot.com

Chupeta: Usar ou não?

<a href="http://3.bp.blogspot.com/_Ja3_EFSyITY/TAEGIrUJ0EI/AAAAAAAAAXU/eB7VifLAZYo/s1600/232-chupeta1.jpg"><img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5476665367995207746" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ja3_EFSyITY/TAEGIrUJ0EI/AAAAAAAAAXU/eB7VifLAZYo/s320/232-chupeta1.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 198px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /></a>
Li essa reportagem e achei interessantíssima...
Quando o bebê nasce, os pais passam a se questionar sobre os benefícios e os malefícios de oferecer a chupeta a ele. Alguns temem causar depedência, outros pensam em possíveis problemas na dentição e na fala. Na creche, o panorama enfrentado pelos educadores não é diferente. Há muita dúvida e, por causa de tanta indecisão, esse objeto pode acabar ocupando o espaço que não merece, ser proibido radicalmente ou, pior ainda, ficar marcado como um elemento estranho ao ambiente, provocando certa inquietação, que ninguém se arrisca a resolver. Um cenário insustentável, ainda mais porque envolve dois aspectos importantíssimos da Educação Infantil: cuidados com os pequenos e a promoção da autonomia. Confira a seguir as recomendações de especialistas para as dúvidas mais comuns.

<span class="intertitulo">1. Para que serve a chupeta?</span>
Ela é uma fonte de relaxamento para os bebês (não é à toa que um dos sinônimos é consolador e o termo em inglês é <em>pacifier</em>, que significa "pacificador"). Segundo explicação do pediatra José Martins Filho no livro <em>Lidando com Crianças, Conversando com os Pais</em>, ela possibilita o movimento de sucção, um bom exercício para o desenvolvimento infantil, pois articula os músculos necessários à fala.

<span class="intertitulo">2. Seu uso pode ser permitido na creche?</span>
Sim. "É errado os educadores proibirem que os pequenos chupem chupeta. Não há motivo para isso", explica Maria Paula Zurawski, professora do Instituto de Educação Superior Vera Cruz (ISE Vera Cruz) e assessora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O objeto desempenha um papel importante na adaptação dos pequenos quando eles começam a frequentar a creche porque é útil para preencher a falta dos pais, funcionando como uma lembrança do ambiente de casa enquanto o vínculo com o educador e com as outras crianças não for estabelecido plenamente.

<span class="intertitulo">3. Na hora de dormir, ela pode ser permitida?</span>
Sim, a chupeta ajuda a embalar o descanso dos bebês. Apesar disso, existem outros momentos em que ela não deve ser liberada: durante as atividades e as refeições, já que, além de atrapalhar o desenvolvimento da dicção, pode estimular o comportamento introspectivo, prejudicando a socialização.

<span class="intertitulo">4. É papel do educador ajudar as crianças a largar a chupeta?</span>
Sim, mas não há um método para isso. A função do professor é promover a autonomia delas - o abandono do objeto é uma consequência. Cabe ao adulto ainda desenvolver uma relação de confiança com os pequenos para que eles se sintam cada vez mais seguros na creche. Por isso, é importante ter em mente que chupar chupeta é um hábito que deve ser tolerado, mas não incentivado. Para explorar a responsabilidade e a independência de cada um, proponha que, quando forem vetadas, elas sejam guardadas em potes individuais, junto aos demais materiais de uso pessoal. Um alerta: não perca tempo explicando para as crianças os problemas que ela pode acarretar, como dificultar a fala e atrapalhar o crescimento da dentição, na tentativa de fazer com que a larguem. "Até os 3 anos, a relação entre causa e consequência ainda não é bem compreendida", explica Cisele Ortiz, psicóloga e coordenadora de projetos do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.

<span class="intertitulo">5. Até que idade os pequenos podem usar a chupeta?</span>
Não existe um limite fixo. O bom senso deve prevalecer, afinal, ela é um material de apego, tal como um cobertor ou um brinquedo qualquer que os pequenos costumam adotar para ter por perto durante um tempo. Com um bom trabalho de promoção de autonomia, feito pelos educadores em parceria com a família, é possível ajudá-los a chegar à pré-escola livres dela<em></em>. "Eles gostam de mostrar aos adultos que estão crescendo e, por isso, acabam abandonando a chupeta facilmente quando incentivados", esclarece Adriana Ortigosa, coordenadora da EM Noel Rosa, em Guarulhos, na grande São Paulo.

<span class="intertitulo">6. Quais os efeitos positivos e negativos do objeto?</span>
"Ele é danoso se der origem a uma relação de dependência duradoura", fala Ana Paula Yazbek, formadora de professores do Centro de Estudos da Escola da Vila, em São Paulo. Por isso, quando a choradeira tomar conta do ambiente, contenha o ímpeto de silenciar a turma oferecendo a chupeta: busque o que está causando o desconforto. "Conversar em vez de dá-la é uma forma de não comprometer o desenvolvimento da capacidade nos pequenos de expressar sentimentos oralmente", diz Maria Paula.

<span class="intertitulo">7. O uso deve ser combinado com a família?</span>
Sempre. Se os pais insistirem para que o filho não use a chupeta na creche, explique que se trata de um apego passageiro, porém muito valioso para ele. "Deixe claro que o objeto não prejudica o aprendizado dele em nada. Mas, se ainda assim eles não concordarem com a liberação, diga que é importante permitirem que a criança tenha outro objeto de apego caso ela demonstre essa necessidade.
Fonte:<a href="http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/respostas-7-duvidas-uso-chupeta-crianca-creche-educacao-infantil-555273.shtml">http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/respostas-7-duvidas-uso-chupeta-crianca-creche-educacao-infantil-555273.shtml</a>

Hora do conto

ESTE É UM PROJETO CRIADO PELA INSTITUIÇÃO ONDE TRABALHO (CRECHE MUNICIPAL SANTA TEREZINHA-http://educando-comprazer.blogspot.com).
TODA SEXTA -FEIRA UMA NOVA HISTÓRIA NOS É CONTADA .AS CRIANÇAS AMARAM,ASSIM CONSTRUIREMOS GRANDES LEITORES E QUEM SABE GRANDES ESCRITORES? A HISTÓRIA DE SEXTA FOI:
OLHA SÓ NA JANELINHA...DONA BARATINHA (JANE) E SEU BURRO!
Objetivos:
*Resgatar o momento de ouvir histórias;
*Despertar o gosto e interesse pela leitura;
*Despertar o gosto e encantamento pela leitura;
*Desenvolvimento da linguagem oral;
Enfim,neste projeto poderemos trabalhar várias atividades com as crianças...

Projeto Mariela









Livrão confeccionado dentro do projeto mascotinho da turma em papel cartão e carmuça!...Espero que tenham gostado...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Filhos que manipulam os pais

Filhos que manipulam os pais



Que chato dizer “não” para o meu filho. Certamente você já deve ter seguido essa linha de raciocínio pelo menos uma vez na vida. Mas saiba que esse “não”, futuramente, pode ser uma tacada certeira para o decorrer da relação pai e filho.
O problema mora justamente aí. Muitos pais acham que dizer sim ou aceitar tudo que as crianças pedem irá compensar a ausência enquanto trabalham fora. Ou simplesmente porque dizer sim é mais fácil, estão cansados para escutar as reclamações e choradeiras dos pequenos.
Aceitar tudo o que o querido de casa determina é a porta de entrada para uma má educação por parte dos pais. Quem alerta é a pedagoga Varuna Viotti.
“Na preocupação de não frustrar as crianças, de satisfazerem todos os seus desejos, os pais vão perdendo o domínio da disciplina familiar, que é o respeito básico para que a criança e mais tarde o adolescente e o jovem aceitem regras e normas na escola e na vida”, diz a profissional.
O reflexo disso é visto não tão somente dentro de casa, mas o falso autoritarismo da criança é transportado para o mundo externo, ou seja, à escola e também nas relações com outras crianças. É cada vez maior o número de queixas de professores em relação à indisciplina e à falta de limites de crianças, fruto de uma educação refém das normas e determinações do filho.
O novo dono da casa - Com apenas três anos de idade já é possível detectar traços de dominação no ambiente familiar. Na base do condicionamento, ela vai se acostumando a executar determinadas ações que nem sempre são aconselháveis para uma boa formação educacional.
E isso é ruim para a criança, pois, sem saber, terá enorme dificuldade de convivência com os demais. Inicialmente, pelos pais permitirem tudo, a criança tende a não se sentir amada. Excesso de tolerância pode significar indiferença e falta de amor.
Conseqüentemente, esse ambiente centralizador gera insegurança e até mesmo agressividade no comportamento infantil. Já em um ambiente estranho, a criança terá grandes dificuldades para agir, pois não será a “dona do pedaço”, fazendo com que a insegurança e a agressividade se transformem em autodefesa.

“Disciplinar os filhos faz parte do processo de amor dos pais e mesmo que a princípio eles reajam e não aceitem prontamente a disciplina, certamente no futuro irão reconhecer que foi esta disciplina que sedimentou tudo o que conseguem na vida”, informa Varuna Viotti.



Os pais devem ser bons exemplos. Cortar passeios ou outras atividades caso a criança volte a apresentar um comportamento inadequado pode ser uma boa maneira de coibir os abusos. Agir sempre de forma moderada.
Não há como cuidar dos filhos “sob uma redoma” onde tudo é permitido. A sociedade vai cobrar limites e nem tudo que a criança quiser vai conseguir, assim sendo por toda a vida. Estabelecer limites e disciplina requer paciência e firmeza.
Os pais precisam entender que poupar o filho de situações difíceis, super protegendo-o, abrindo mão dos limites, é o primeiro passo para problemas mais sérios na adolescência.
Criança que cresce achando que tudo pode e que só terá coisas boas na vida terá mais propensão a ser seduzido por outros fatores que funcionam como “iscas” para fugir da realidade que encontrará, entre os quais a bebida e as drogas.
Portanto, pense duas mil vezes antes de dizer um “sim” ou “não”. Em breve, seu filho agradecerá por isso.
FONTE GUIA DO BEBE